Um míssil lançado pelo Irã atingiu uma via pública em Tel Aviv, Israel, no último domingo (15). Registros de câmeras de segurança mostram o momento do impacto, e a polícia israelense confirmou que a ogiva do tipo cluster dispersou pequenas bombas por diversos pontos da área urbana. A localização do incidente foi validada por agências internacionais de notícias por meio de análises de imagens de satélite e referências geográficas locais.
O episódio faz parte de um conflito intensificado que teve início em 28 de fevereiro, após uma operação coordenada entre Estados Unidos e Israel que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã. Desde então, o confronto direto provocou a morte de diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano. O governo norte-americano também reportou a destruição de ativos militares do país, incluindo navios, aeronaves e sistemas de defesa aérea.
Em resposta às ações, o Irã promoveu ataques em diversos países da região, alegando visar exclusivamente interesses americanos e israelenses nos seguintes territórios:
- Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita;
- Catar, Bahrein e Kuwait;
- Jordânia, Iraque e Omã.
O impacto humanitário da guerra contabiliza mais de 1.200 civis mortos em território iraniano e a morte de pelo menos sete soldados dos Estados Unidos. As hostilidades se estenderam ao Líbano, onde o grupo Hezbollah realiza ofensivas contra Israel em retaliação à morte de Khamenei, gerando contra-ataques aéreos israelenses que já deixaram centenas de mortos em solo libanês.
No campo político, o conselho iraniano escolheu Mojtaba Khamenei, filho do antigo líder, para assumir o posto de líder supremo. A expectativa técnica é de que a nova liderança mantenha as políticas de repressão e a estrutura atual do regime. A movimentação sucessória recebeu críticas de Donald Trump, que classificou a escolha como um erro e considerou a ascensão de Mojtaba inaceitável para a governança da região.