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Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo: Saiba como reduzir o sedentarismo e ter uma rotina mais ativa

O Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo, reconhecido hoje, 10 de março, chama a atenção para os riscos de uma rotina com pouca atividade física. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), quase um terço dos adultos no mundo não pratica o nível mínimo recomendado de exercícios semanais. No Brasil, levantamentos também apontam que uma parcela significativa da população não se movimenta o suficiente, o que pode aumentar o risco de doenças e comprometer a qualidade de vida.

Riscos do sedentarismo

Especialistas alertam que o sedentarismo não significa apenas deixar de frequentar academias, mas também passar longos períodos sentado ou com pouca movimentação ao longo do dia, sem falar com a negligência na alimentação. Esse comportamento pode contribuir para o desenvolvimento de hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade e doenças cardiovasculares, além de provocar dores musculares e reduzir a resistência física. A falta de atividade também pode afetar a saúde mental, aumentando níveis de estresse e ansiedade.

Mudanças simples fazem diferença

A recomendação da OMS é que adultos realizem pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada (2 horas e 30 minutos). No entanto, especialistas destacam que pequenas atitudes já ajudam a combater o sedentarismo, como fazer caminhadas, usar escadas em vez de elevador, realizar pausas para alongamento durante o trabalho e praticar atividades prazerosas, como dança ou ciclismo. Começar de forma gradual, estabelecer metas realistas e buscar orientação profissional quando necessário são passos importantes para adotar uma rotina mais ativa e saudável.

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