No dia a dia da agricultura, os trabalhadores estão expostos a diversos perigos, que vão desde o contato com agentes químicos até riscos mecânicos e biológicos. O uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, botas, óculos, máscaras e chapéus, funciona como uma barreira essencial para evitar lesões e doenças graves. Mais do que uma exigência da lei, o uso correto desses itens cria uma cultura de segurança nas propriedades.
Engana-se quem pensa que o EPI é apenas um gasto extra. Na verdade, investir em segurança é uma forma inteligente de reduzir custos a longo prazo. Quando o trabalhador utiliza o equipamento de forma consciente, diminuem os gastos com tratamentos médicos, indenizações e o afastamento do trabalho por motivos de saúde.
A legislação que rege a segurança no campo atualmente é a NR-31, norma que obriga o empregador rural a fornecer gratuitamente EPIs adequados ao risco de cada atividade, além de garantir treinamento e higienização dos equipamentos. Uma das principais atualizações para este ano(2026) é a intensificação da obrigatoriedade do uso de capacete em tarefas com risco real de impacto — como em áreas de árvores altas ou operação de máquinas —, embora o tradicional chapéu de palha continue sendo permitido e recomendado para a proteção contra o sol.