Os cordões de identificação usados no pescoço têm se tornado cada vez mais comuns em espaços públicos e privados. Eles são utilizados para sinalizar necessidades que não são visíveis, como condições de saúde ou questões relacionadas à neurodiversidade. A iniciativa contribui para promover mais inclusão, empatia e acessibilidade, facilitando o atendimento e a compreensão em diferentes situações do dia a dia.
Símbolos e seus significados
Entre os principais símbolos está o quebra-cabeça, tradicionalmente associado ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), indicando possíveis necessidades específicas, como sensibilidade a estímulos ou necessidade de mais tempo em atendimentos. Já o girassol representa deficiências ocultas, como autismo, diabetes e limitações cognitivas ou sensoriais. Outro símbolo importante é o infinito colorido, que está ligado à neurodiversidade, como TDAH e dislexia.
Ferramenta de acessibilidade e conscientização
Além de facilitar o acesso a prioridades em filas e atendimentos adaptados, os cordões ajudam a reduzir situações de estresse e melhorar a comunicação entre as pessoas. Há ainda outras cores com significados específicos, como o cordão verde, que pode indicar ansiedade, e o roxo, relacionado ao risco de crises epilépticas.