A Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa debateu nesta terça-feira (1º) o aumento na demanda das comunidades terapêuticas em Santa Catarina e a necessidade de mais apoio do poder público para o acolhimento de dependentes químicos.
Durante a reunião, representantes da Secretaria de Estado da Saúde, Segurança Pública e das entidades relataram o crescimento no número de usuários de drogas e pessoas em situação de rua, além das dificuldades enfrentadas pelas comunidades diante da falta de repasses do governo federal. O presidente da comissão, deputado Jair Miotto (União), destacou que o atendimento aos dependentes deve ser tratado como “o grande desafio pós-moderno”.
Investimento estadual e divergências entre deputados
Atualmente, o orçamento estadual prevê R$ 15 milhões para repasse às comunidades terapêuticas, conforme informou o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi Silva, que lamentou a ausência de repasses federais, sobrecarregando o estado. O presidente da Federação das Comunidades Terapêuticas (Fecotesc), Vânio de Oliveira, afirmou que 107 entidades estão regularizadas e outras 90 em processo de regularização em SC, defendendo mais investimentos diante do aumento da demanda.
Com informações de Alesc.