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Dia Internacional do Chá: Ciência comprova benefícios para a saúde e especialistas orientam sobre o consumo consciente

Celebrada nesta quinta-feira (21), data reforça o papel das infusões como aliadas contra a ansiedade, a insônia e os problemas digestivos

Presente na rotina de muitas pessoas, o chá se consolidou como uma das bebidas mais consumidas no mundo e, nesta quinta-feira (21), celebra-se o seu Dia Internacional. Muito além do sabor e do aconchego, a ciência vem comprovando o que a sabedoria popular já sabia: as plantas trazem impactos reais para o bem-estar. De acordo com a nutricionista Luciana Brasil, as infusões feitas da planta original (Camellia sinensis), como os chás verde, branco e preto, funcionam como uma “farmácia natural” por serem ricas em compostos antioxidantes, que combatem o envelhecimento celular e protegem a saúde cardiovascular. Para o dia a dia, a especialista indica que desconfortos digestivos, como gases e estufamento, podem ser combatidos com ervas como hortelã, boldo, gengibre e espinheira-santa.

Aliados comprovados contra a ansiedade e a insônia

Outro grande destaque da bebida é o seu poder de atuar diretamente no sistema nervoso central para promover o relaxamento. Estudos científicos recentes validaram a eficácia de plantas como camomila, lavanda, valeriana, erva-cidreira e maracujá (passiflora) no controle do estresse e da insônia. Segundo a médica Inácia Simões, essas ervas possuem compostos que atuam de forma semelhante a medicamentos ansiolíticos, reduzindo a hiperatividade cerebral. Enquanto a valeriana e o maracujá se destacam como excelentes soluções contra a falta de sono, a lavanda e a erva-cidreira apresentam ótimos resultados clínicos na melhora do humor e na redução da ansiedade, ajudando o corpo a desacelerar.

Orientações de consumo e cuidados necessários

Apesar de serem opções seguras e naturais para quem busca equilíbrio sem recorrer imediatamente a remédios fortes, os especialistas alertam que os chás não devem ser consumidos sem critério. Por conterem substâncias ativas potentes, algumas plantas exigem atenção: a valeriana, por exemplo, pode causar dores de cabeça ou afetar o fígado em casos raros, e a lavanda pode potencializar o efeito de sedativos farmacêuticos. Médicos e nutricionistas reforçam que o segredo está na moderação, sendo fundamental buscar orientação profissional para definir as doses ideais e evitar interações perigosas com outros medicamentos que o paciente já utilize.

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