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Incidência de Cigarrinha-do-Milho Aumenta em SC, mas Ainda é Considerada Baixa

É fundamental adotar manejo químico dos insetos, principalmente daqueles que estão migrando para as lavouras (Foto: Aires Mariga/Epagri).

O monitoramento realizado pela Epagri aponta que a incidência da cigarrinha-do-milho segue baixa nas lavouras catarinenses, com a captura de três insetos por armadilha, um leve aumento em relação à média anterior de dois. Embora muitas áreas agrícolas ainda estejam em fase de pré-semeadura, algumas já iniciaram o plantio, o que aumenta a possibilidade de migração de cigarrinhas sobreviventes da entressafra para essas lavouras.

A cigarrinha-do-milho, quando infectada, pode comprometer significativamente a produção de milho, tornando-se uma ameaça para os agricultores. Especialistas reforçam a importância de conhecer a semente utilizada na semeadura, especialmente em relação à sua tolerância aos enfezamentos, doenças transmitidas pelos insetos que afetam o milho.

Além disso, o manejo químico é essencial, especialmente para controlar os insetos que estão migrando para as lavouras recém-semeadas. A dica para o produtor é monitorar constantemente a presença das cigarrinhas e agir de forma preventiva para minimizar possíveis danos à produção.

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