
O monitoramento realizado pela Epagri aponta que a incidência da cigarrinha-do-milho segue baixa nas lavouras catarinenses, com a captura de três insetos por armadilha, um leve aumento em relação à média anterior de dois. Embora muitas áreas agrícolas ainda estejam em fase de pré-semeadura, algumas já iniciaram o plantio, o que aumenta a possibilidade de migração de cigarrinhas sobreviventes da entressafra para essas lavouras.
A cigarrinha-do-milho, quando infectada, pode comprometer significativamente a produção de milho, tornando-se uma ameaça para os agricultores. Especialistas reforçam a importância de conhecer a semente utilizada na semeadura, especialmente em relação à sua tolerância aos enfezamentos, doenças transmitidas pelos insetos que afetam o milho.
Além disso, o manejo químico é essencial, especialmente para controlar os insetos que estão migrando para as lavouras recém-semeadas. A dica para o produtor é monitorar constantemente a presença das cigarrinhas e agir de forma preventiva para minimizar possíveis danos à produção.