De acordo com o oitavo balanço parcial divulgado pela Udesc, em parceria com a Faesc, o setor pecuário catarinense vive um momento de otimismo com a valorização dos animais de reposição. Até o momento, o levantamento já contabilizou 55 leilões realizados em diversas regiões, refletindo a confiança dos produtores que buscam recompor seus planteis com animais de qualidade genética.
Os números revelam variações importantes conforme a região produtora. O Planalto Serrano lidera em volume de eventos e também nos preços, com os machos atingindo a média de R$ 16,68 por quilo. No Meio-Oeste e no Norte do estado, os valores também se mantêm competitivos, superando a casa dos R$ 16,00 para os machos. Já no Oeste catarinense, as médias ficaram em R$ 15,32 para machos e R$ 14,68 para fêmeas, consolidando um movimento de mercado aquecido em todo o território catarinense.
No balanço geral de todos os eventos analisados, o preço médio em Santa Catarina fixou-se em R$ 16,11 por quilo de peso vivo para os machos e R$ 15,47 para as fêmeas. Segundo os especialistas do setor, esses dados reforçam a força do agronegócio catarinense e a eficácia das estratégias de melhoramento genético, consolidando Santa Catarina como referência na criação e comercialização de gado de corte.
