Com o aumento na procura por pescados durante a Semana Santa, o consumidor deve ficar atento aos detalhes que garantem a qualidade e a segurança do alimento. Especialistas recomendam observar primeiramente a aparência do peixe: os olhos precisam estar brilhantes e saltados, as escamas devem estar bem presas ao corpo e a carne precisa ser firme ao toque. Outro ponto fundamental são as brânquias, conhecidas popularmente como guelras, que devem apresentar uma cor avermelhada e estar úmidas.
O odor é um dos principais indicadores de conservação, devendo ser suave e lembrar o cheiro do mar, já que um cheiro forte ou desagradável sinaliza que o produto está estragando. Além disso, a temperatura de armazenamento é essencial, e o peixe fresco deve estar sempre mantido sobre uma camada espessa de gelo. Para garantir que o alimento não sofra com o calor, a orientação é deixar a compra do pescado por último, reduzindo o tempo que ele ficará fora da refrigeração até chegar em casa.
Para quem prefere a praticidade dos congelados, é necessário verificar a data de validade e a integridade da embalagem. A presença de cristais de gelo dentro do pacote ou embalagens úmidas podem indicar que o produto foi descongelado e congelado novamente, o que compromete a segurança para o consumo. É importante lembrar que, após ser descongelado, o peixe nunca deve retornar ao freezer, devendo ser preparado e consumido em curto prazo.