
Depois de ter sido adiado, por conta da criação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, com o objetivo de mitigar os impactos econômicos da pandemia de COVID-19 -, o trabalhador brasileiro enfim poderá receber o abono salarial PIS/PASEP. Qualquer trabalhador que exerceu alguma atividade remunerada neste último ano, por um período igual ou superior a 30 dias, com carteira assinada, e no valor de até dois salários mínimos por mês (R$ 2.200), tem o direito de receber o abono.
A pessoa precisa estar inscrita no PIS-PASEP há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais.
Quem não tiver conta nos bancos referentes aos dois programas citados – Caixa Econômica e Banco do Brasil, respectivamente – pode sacar o benefício em qualquer caixa eletrônico com o cartão cidadão e a senha para saque. Quem não tiver o cartão, recebe em qualquer agência da Caixa com documento de identificação com foto, CPF e Carteira de Trabalho.
É possível que os valores oficiais do PIS/PASEP sejam dobrados para pagar retroativo ao adiamento deste ano – algo que ainda não foi confirmado. Por conta disso, a princípio, os valores seguem assim:
1 mês de trabalho: R$ 100
2 meses de trabalho: R$ 200
3 meses de trabalho: R$ 300
4 meses de trabalho: R$ 400
5 meses de trabalho: R$ 500
6 meses de trabalho: R$ 600
7 meses de trabalho: R$ 700
8 meses de trabalho: R$ 800
9 meses de trabalho: R$ 900
10 meses de trabalho: R$ 1000
11 meses de trabalho: R$ 1.100
12 meses de trabalho: R$ 1.200
Dúvidas podem ser consultadas no atendimento da Caixa, no número 0800 726 0207, pelo site e pelo aplicativo Caixa Trabalhador.
Em relação ao PASEP, o atendimento do Banco do Brasil é no número 0900 729 0001, pelo site e também pelo app do banco
Com informações: Yahoo.