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Setembro Amarelo alerta para a prevenção ao suicídio

Assunto complexo, o suicídio, que espelha fatores biológicos, genéticos, psicológicos, sociais e também culturais, tem sido desvendado, nos últimos quatro anos, pela campanha Setembro Amarelo. Neste ano, como de costume, as atividades de prevenção e sensibilização incluem caminhadas, veiculação de materiais da campanha por figuras públicas que abraçam a causa e a decoração e iluminação de prédios públicos, praças e monumentos com luzes e itens amarelos.
Quem vai até o segundo piso da Prefeitura de Canoinhas encontra balões amarelos e cartazes para lembrar às pessoas que elas têm valor. A Secretaria Municipal de Saúde também está decorada.
Além disso, a Saúde fará momento de reflexão juntos aos profissionais da secretaria, vai promover rodas de conversa nas unidades de saúde, distribuirá material informativo e está organizando palestra no dia 28, no IFSC, a partir das 18h30 sobre a temática.
Estas ações fazem do Executivo, por meio da Secretaria da Saúde, fazem parte do “Setembro Amarelo” que é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, com o objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ela ocorre todo nono mês do ano, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações.
A secretária de Saúde, Alexandra Lavina Iglikowski lembra que, para uma abordagem inicial, não é preciso ser, necessariamente, um médico psiquiatra ou um psicólogo. Para perceber que uma pessoa precisa de apoio emocional, é necessário apenas que saibamos ouvir ao nosso semelhante.
Em alguns casos, ao escutar o que o outro tem a dizer, podemos identificar se há risco de suicídio ou não. “Caso venhamos a identificar o risco de suicídio, precisaremos intervir. Ainda que o indivíduo não queira, precisaremos informar aos familiares, ao psicólogo e/ou ao médico desse indivíduo que ele está passando por um momento difícil. Isso porque, após a identificação do risco de suicídio, é preciso lutar pela preservação da vida”, comenta Alexandra.
A secretária lembra que para poder auxiliar na luta pela redução dos índices de suicídio, “é fundamental que saibamos ter a sabedoria para ouvir e a sensibilidade para tentarmos compreender os sentimentos das pessoas que estão ao nosso redor”. Pois, segundo ela, “quando uma pessoa está planejando desistir da vida, ela dá sinais do que está pretendendo fazer”.

 

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