O último suspeito de ter participação direta na morte do policial militar Joacir Roberto Vieira foi preso na noite deste sábado em Joinville. Segundo informações da Delegacia de Homicídios (DH), o homem, de 21 anos, teria participado diretamente da execução do crime. Ele foi apontado pela DH como o condutor do primeiro carro utilizado durante a fuga.
A prisão ocorreu durante abordagem a veículo realizada pela Polícia Militar, no bairro Floresta, zona Sul da cidade. De acordo com o delegado Fabiano Silveira, responsável pelo caso, o prisão temporária do suspeito foi decretada em 15 de setembro e desde a data ele era monitorado pela polícia. O jovem saiu do sistema prisional há dois meses por crimes de furto e roubo.
Ainda segundo o delegado, a atuação dele durante o assassinato do PM foi indicada por outro suspeito preso durante a investigação. O homem negou ter envolvimento no crime. Com esta detenção, todos os suspeitos de terem envolvimento direto na execução de Joacir estão presos. Rodrigo Ferreira de Lima, 23 anos, foi detido em 30 de agosto dentro de uma residência no bairro Nova Brasília, zona Oeste da cidade. Ainda de acordo com a DH, ele é suspeito de ser o autor direto do crime.
Além dele, uma jovem de 21 anos também foi detida no Jardim Iririú. Ela negou ter participado do assassinato do policial. Entretanto, conforme investigação da DH, a jovem conduzia um segundo veículo utilizado durante a fuga.
Outro suspeito, Jefferson Diego Padilha, 26 anos, foi preso em Cascavel, no Oeste paranaense, no final de agosto e transferido para Joinville em 14 de setembro. O homem é suspeito de ser o mandante do crime. Já André Felipe Pereira, de 20 anos, foi morto pela Polícia Militar após confronto em 5 de setembro, ele também foi apontado como suspeito na morte do cabo Joacir. Conforme o delegado Fabiano, o inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias.
Motivação do crime
A motivo, apontado por um dos suspeito, para a execução do cabo Joacir seria o pagamento de uma dívida que o suspeito possuía com a organização criminosa da qual faz parte. A ‘missão’ – de executar um agente de segurança pública – veio do comando da facção, porque ele teria assassinado duas pessoas sem autorização do grupo.
AS INFORMAÇÕES SÃO DO SITE DO JORNAL ANOTÍCIA