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Você vive no FOMO ou no JOMO? Os termos que revelam como as redes sociais afetam sua mente

Especialistas defendem o JOMO como alternativa para reduzir o estresse digital e valorizar o momento presente

Do FOMO à ansiedade digital

Em um mundo cada vez mais conectado, o uso constante das redes sociais tem levantado um alerta sobre os impactos na saúde mental. A sensação de estar sempre perdendo algo — conhecida como FOMO (Fear of Missing Out ou Medo de Fica de Fora) — é comum entre usuários que passam longos períodos rolando o feed e comparando suas rotinas com as de outras pessoas. Esse comportamento pode gerar ansiedade, estresse e insatisfação, alimentando a ideia de que a vida dos outros é sempre melhor ou mais interessante.

JOMO: o prazer de se desconectar

Na contramão dessa lógica surge o conceito de JOMO (Joy of Missing Out ou A Alegria de Perder Algo), que propõe uma relação mais saudável com a tecnologia. A ideia é simples: aceitar que não é preciso estar em todos os lugares ou acompanhar tudo o tempo todo. Ao valorizar o silêncio, o descanso e a presença no aqui e agora, o JOMO contribui para a redução da sobrecarga mental e para o fortalecimento do bem-estar emocional. Desconectar-se, nesse caso, é uma forma de se reconectar consigo mesmo.

Pequenas mudanças, grandes resultados

Especialistas recomendam atitudes graduais para reduzir os efeitos do FOMO no dia a dia. Limitar o tempo nas redes sociais, evitar comparações constantes, reservar momentos sem celular — especialmente antes de dormir — e investir em atividades que tragam prazer e tranquilidade são algumas das práticas indicadas. Valorizar o presente e reconhecer as próprias conquistas também ajuda a construir uma relação mais equilibrada com o mundo digital, promovendo uma vida mais leve e uma mente mais saudável.

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