Uma pesquisa inédita realizada pela Quaest aponta que o rádio mantém uma força comercial expressiva e supera as mídias digitais em retenção de mensagens e confiança do consumidor. Conforme os dados consolidados nesta última pesquisa, os comerciais tradicionais transmitidos nos intervalos da programação possuem um índice de lembrança superior aos anúncios inseridos em podcasts e aplicativos de streaming musical. Além disso, 62% dos ouvintes entrevistados confiam mais em marcas anunciadas no rádio do que em publicidades que aparecem no celular ou em feeds de redes sociais.
O estudo detalha o funcionamento de um funil de engajamento altamente eficaz, gerado a partir de anúncios no meio radiofônico. Do público que costuma acompanhar a programação, 58% pesquisaram por um produto ou serviço após ouvirem a divulgação. A conversão em vendas também apresenta números expressivos, visto que 48% dos entrevistados efetivaram a compra e 41% recomendaram o que ouviram para outras pessoas. O levantamento aponta ainda que 34% conseguem citar, de forma espontânea, propagandas ou vinhetas que escutaram no veículo.
Credibilidade em tempos de desinformação
Um dos principais destaques do levantamento é a confiança depositada pelos entrevistados no rádio.
Entre os participantes, 68% afirmam que as informações transmitidas pelo rádio não são fake news, 66% dizem confiar no que escutam nas emissoras e 50% consideram o rádio mais confiável que outros meios de comunicação.
Além disso, 81% acreditam que o rádio continua relevante nos dias atuais. Entre os motivos citados estão a rapidez na divulgação das notícias, a cobertura dos acontecimentos locais e a oferta de informações úteis para o cotidiano.
A pesquisa também mostra que 71% dos ouvintes afirmam que o rádio faz companhia no dia a dia, enquanto 63% consideram que o veículo os mantém mais conectados com o que acontece do que qualquer outro meio.