Muitas pessoas deixam de tomar vacinas por acreditarem em informações incorretas sobre falsas contraindicações. Estar com um resfriado leve, coriza ou tosse fraca, utilizar medicamentos antibióticos e até praticar atividades físicas antes ou depois da aplicação não impedem a vacinação nem alteram a proteção no organismo. O adiamento da dose só é realmente recomendado em casos de doenças febris graves com febre alta — para não confundir os sintomas com reações do imunizante — ou no uso de remédios imunossupressores em altas doses, situações que devem ser avaliadas por profissionais de saúde.
Mesmo em locais onde determinadas doenças parecem extintas, a vacinação contínua é fundamental para evitar que vírus e bactérias voltem a circular. Quando a maioria da população se imuniza, cria-se a chamada imunidade coletiva (ou efeito rebanho), uma barreira que impede a proliferação de surtos. Essa proteção comunitária é o que resguarda as pessoas mais vulneráveis e que ainda não podem ser vacinadas, como os bebês recém-nascidos e pacientes com limitações de saúde.
Todas as vacinas disponibilizadas passam por rigorosos testes de segurança e estudos clínicos antes de serem liberadas para a população. É normal que ocorram efeitos colaterais leves e temporários, como dor no local da injeção, febre baixa ou mal-estar, sintomas que podem ser controlados com orientação médica e analgésicos simples.
Mesmo em locais onde determinadas doenças parecem extintas, a vacinação contínua é fundamental para evitar que vírus e bactérias voltem a circular. Quando a maioria da população se imuniza, cria-se a chamada imunidade coletiva (ou efeito rebanho), uma barreira que impede a proliferação de surtos. Essa proteção comunitária é o que resguarda as pessoas mais vulneráveis e que ainda não podem ser vacinadas, como os bebês recém-nascidos e pacientes com limitações de saúde.