O uso da biometria facial e da impressão digital tornou-se padrão para acessar contas bancárias, documentos digitais e plataformas de serviços. Essa tecnologia avalia características físicas exclusivas — como padrões dos dedos ou medidas geométricas do rosto — para confirmar a identidade de maneira rápida e reforçar a barreira contra fraudes. No caso do desbloqueio de celulares, as imagens não saem do aparelho e são convertidas em um código matemático criptografado. Quando a validação ocorre por envio de foto para cadastro ou prova de vida, o registro segue protegido para servidores externos, onde é convertido em código e armazenado conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige ambiente seguro e descarte quando a finalidade for cumprida.
Para manter a integridade dos dados pessoais, especialistas recomendam medidas de proteção que complementam o uso biométrico. Entre as orientações está a ativação da verificação em duas etapas em serviços essenciais, dando preferência a aplicativos autenticadores ou chaves físicas de segurança em vez de mensagens por SMS, que são vulneráveis a interceptações. O uso de gerenciadores de senhas confiáveis também é indicado para impedir a repetição de códigos de acesso entre plataformas.
Outro procedimento importante envolve a proteção física da linha telefônica por meio da ativação do código PIN no chip do celular, configurado diretamente nas opções do aparelho. Essa barreira impede que terceiros transfiram o cartão SIM para outro dispositivo em casos de perda ou furto para receber códigos de recuperação de contas e senhas.