O estado de Santa Catarina vêm enfrentando uma instabilidade do clima, caracterizada por mudanças bruscas de temperatura em curtos intervalos de tempo. A transição repentina de dias quentes para o frio intenso prejudica as defesas naturais do corpo, abrindo caminho para o surgimento de viroses e infecções respiratórias. Com o ar seco, as mucosas do nariz, boca e garganta perdem a umidade natural que atua como barreira protetora contra vírus e bactérias, tornando a população mais suscetível a doenças e crises alérgicas.
Baixa umidade do ar enfraquece imunidade
Especialistas explicam que a baixa umidade do ar e o ressecamento das vias aéreas reduzem a eficácia da limpeza natural das narinas, fazendo com que o corpo tenha mais dificuldade para expulsar impurezas e germes. Além disso, o tempo seco causa irritação nos olhos e coceira no nariz, o que leva as pessoas a levarem as mãos ao rosto com maior frequência, aumentando o risco de contaminação. O ressecamento do ar também contribui para casos de conjuntivite alérgica, já que poeira e poluentes permanecem por mais tempo suspensos.
Médicos orientam medidas simples de prevenção
Para amenizar os impactos dessas oscilações extremas na saúde, profissionais reforçam a importância de hábitos simples de proteção. As principais recomendações incluem manter uma hidratação constante com água, lavar as mãos com frequência e aplicar soro fisiológico nas narinas para umidificar as mucosas. Também é indicado estar com a carteira de vacinação em dia, evitar o cigarro, praticar atividades físicas fora dos horários de temperaturas extremas e usar umidificadores para manter a umidade dentro de casa.